Espaços compartilhados evoluem

A geração "1.0" do coworking, ainda chamada de "escritórios flexíveis", foi dominada por empresas como a Regus. A proposta, que permanece praticamente inalterada até hoje, tem uma estética conservadora e sóbria, na qual a localização é um status.

O "coworking 2.0" não foi inaugurado mas é dominado pela WeWork que um histórico de crescimento acelerado e, com o anunciado IPO, deve continuar neste ritmo. A estética moderna agrada muito a startups.

Dentro deste "coworking 2.0", há apostas em formatos mais específicos. A Knotel, por exemplo, aposta no "built-to-suit flex", atraindo empresas de alto crescimento que precisam reforçar sua cultura corporativa.

Nossa leitura é o coworking já está evoluindo para uma geração "3.0" com “hubs” de empresas aproveitam de forma sistemática sua proximidade, formando um ecossistema: Habitat, Cubo ou versões menores como a VTEX.

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